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Apresentação
RHZ Insights: como o RH vai planejar 2027
Diego Cidade·3 de novembro de 2026·4 min de leitura
As três apresentações do RHZ Insights de 3/11 no Cubo Itaú: o estagiário em 2027, a sucessão na era agêntica com a Kienbaum e o que as startups de RH estão resolvendo, com o Cubo Itaú.
Evento·RHZ Insights · Planejamento 2027
Data·3 de novembro de 2026
Conduzido por·Diego Cidade, Amanda Saconato, Tycianna Lima e Ana Luiza Guimarães · Academia do Universitário, Kienbaum Brasil e Cubo Itaú
Coleção·Clube RHZ
Formato·PDF
3
apresentações completas para baixar
72
slides somando as três apresentações
4
perguntas da dinâmica para levar ao seu time
01Uma manhã para o plano de 2027
No dia 3 de novembro de 2026, o Clube RHZ abriu a sala no Cubo Itaú para a conversa de maior peso do trimestre: como o RH vai planejar 2027. Foram três apresentações, uma dinâmica com todo mundo de pé e muito café.
Tudo o que foi mostrado na tela está aqui, em três PDFs. Abaixo, o resumo de cada conversa para você levar ao seu time antes de abrir os arquivos.
02O estagiário em 2027, com Diego Cidade
A abertura partiu de uma ideia: esta é a primeira geração que chega ao trabalho junto com a IA. Não depois, não antes. Junto. E isso muda o que a gente contrata, como forma e quem lidera.
Os dados que sustentam a conversa:
O trabalho muda de forma. 22% dos empregos passam por disrupção até 2030, e quase 40% das habilidades pedidas no trabalho vão mudar (Fórum Econômico Mundial, 2025).
A porta de entrada sente primeiro. Nos EUA, nas funções em que a IA já faz boa parte do trabalho, há 19% menos jovens de 22 a 25 anos empregados do que haveria se essas funções tivessem acompanhado o ritmo das outras. Quem tem experiência não tem essa diferença (Stanford, 2026).
O jovem brasileiro já chega usando. 68% dos adolescentes de 15 a 17 anos já estudam com IA generativa, e 32% já criam texto, imagem ou código com ela (Cetic.br, 2025).
Quem lidera não foi preparado. Só 36% dos profissionais se sentem bem treinados para usar IA (BCG, 2025).
Daí a frase central: em 2027, o estagiário não chega para executar. Chega para orquestrar. A apresentação traz as cinco viradas que isso pede dos programas de jovens talentos, como a seleção passa a olhar atitude e uso de IA, a trilha nasce do assessment de cada um e o gestor também precisa aprender, e como a Academia do Universitário já usa agentes de IA do lado do jovem e do lado do RH.
03Sucessão na era agêntica, com a Kienbaum
Amanda Saconato e Tycianna Lima, sócias da Kienbaum Brasil, começaram com uma provocação: se uma posição crítica vagasse amanhã, quem vocês colocariam nela, e qual evidência sustentaria essa escolha?
A tese é que o plano de sucessão de muitas empresas foi desenhado para uma empresa que talvez não exista mais em três anos. Três premissas estão perdendo a validade:
A carreira é uma escada. E se o degrau do meio encolher? Onde o futuro executivo aprende a liderar?
O sucessor é o espelho do titular. Faz sentido preparar um clone para um escopo que já está mudando?
Prontidão se mede por entrega e tempo de casa. O desempenho passado explica o cargo atual. O que explica o próximo?
O que passa a valer mais: julgamento sob ambiguidade, responsabilização, influência e coragem para decidir. Por isso a recomendação é desenvolver de propósito o que antes acontecia por acaso, com experiências de julgamento, escopo ampliado mais cedo, coaching executivo e mentoria reversa.
Para o orçamento de 2027, a Kienbaum propõe quatro frentes (diagnóstico, preparação, mercado e transição) e uma sucessão em quatro movimentos revisados a cada ano: redesenhar, redefinir, diagnosticar e desenvolver, com um roteiro para os primeiros 90 dias.
RHZ Insights: como o RH vai planejar 2027
Leve o material completo para dentro do seu programa. É gratuito.
04O que as startups de RH estão resolvendo, com o Cubo Itaú
Ana Luiza Guimarães, Startup Community Leader do Cubo Itaú, mostrou o ecossistema de HRTechs do Cubo, com 38 soluções, e organizou o mercado por dor do RH: atrair e desenvolver talentos de entrada, dar escala ao atendimento, entender o que acontece com as pessoas, desenvolver lideranças e cuidar da saúde organizacional.
Os dados da apresentação apontam para a mesma direção da manhã: as organizações que mais avançam com IA redesenham o processo de trabalho inteiro, aprender continuamente vira parte da rotina, e a capacidade de inovar depende das condições que a liderança cria para testar.
Ela fechou com três provocações para o planejamento: qual atividade recorrente mais consome o tempo do seu RH, qual capacidade vocês precisam desenvolver para os próximos anos e qual problema de experiência ou retenção vocês ainda entendem pouco.
05A dinâmica: quatro perguntas para levar ao seu time
No fim da manhã, ninguém ficou sentado. Em pares, cinco minutos por pergunta, trocando de par a cada rodada:
Que tarefa do seu time vai deixar de ser feita por gente em 2027? E o que essa pessoa vai passar a fazer no lugar?
Se o seu próximo estagiário chegar sabendo mais de IA do que o gestor dele, o que acontece?
Onde a IA entra no orçamento de RH de 2027, e o que sai para abrir espaço?
Qual decisão sobre IA você leva daqui para o planejamento de 2027?
Vale repetir com o seu time na próxima reunião de planejamento.
A turma do RHZ Insights no fim da manhã, no Cubo Itaú
06O que você baixa
Três apresentações em PDF: a de Diego Cidade (Academia do Universitário), a da Kienbaum e a do Cubo Itaú. Preencha o formulário para acessar os arquivos.
O RHZ Insights aconteceu em 3 de novembro de 2026, no Cubo Itaú, em São Paulo, em parceria com a Kienbaum e com apoio do Cubo Itaú.